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Amilcar

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Drosophila caxiuana foi descoberta na Flona de Caxiuanã, no Pará. Cientistas acreditam que ainda há novas espécies a serem encontradas.

Pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) e das universidades Federal do Rio Grande do Sul (UFGRS) e do Pará (UFPA) encontram uma nova espécie de mosca na porção oriental da Amazônia. Os pesquisadores Marco Gottschalk, Marlúcia Martins, Hermes Medeiros e Catarina Praxedes descrevem a nova espécie no artigo "A new Amazonian species from the Drosophila annulimana species group", publicado em dezembro do ano passado na Revista Brasileira de Entomologia.

A nova espécie denominada de Drosophila caxiuana foi encontrada na Floresta Nacional de Caxiuanã e, por enquanto, só foi registrada no Rio Cacuajo, em Caxiuanã, próximo ao município de Melgaço, na região paraense da Ilha do Marajó. Atualmente são conhecidas 16 espécies deste grupo distintas na Amazônia, mas os pesquisadores estimam que ainda existam novas espécies a serem descobertas, pois este é um grupo de ocorrência rara nas amostras de drosfilideos.

Os espécimes estudados foram depositados na coleção científica do Museu Paraense Emílio Goeldi, que mantém uma Estação Científica na Flona de Caxiuanã.

A pesquisa teve o apoio do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio) Núcleo Amazônia Oriental, do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Portal G1 Pará, 08/02/2013

Em 1985, os estudantes dos ensinos fundamental e médio de Belém tinham acesso muito limitado às coleções científicas do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCTI). Dinamizar o ensino, favorecendo a melhor compreensão do que se aprende com a leitura dos livros escolares, foi a proposta da hoje bióloga Filomena Secco que resultou na Coleção Didática, que atualmente, além de alunos e professores, atende outro segmentos.

À época, Filomena era estagiária da então Divisão de Museologia do MPEG e, com o objetivo de tornar mais atrativo o ensino de ciências nas escolas, idealizou uma coleção constituída por itens representativos da região amazônica em áreas da pesquisa científica do museu: zoologia, botânica, antropologia e geologia. Surgia assim a Coleção Didática Emília Snethlage, nome que homenageia zoóloga alemã, que, entre outras realizações, ao dirigir o Museu Goeldi em meados do século XX, tornou-se conhecida por ser a primeira mulher a comandar uma instituição de pesquisa da América do Sul.

O projeto inovador foi ganhando espaço dentro e fora do Geoldi, passando a ser apresentado nas escolas de Belém e levando amostras da coleção a cada bairro.

O acervo é composto por doações diversas vindas das áreas de pesquisa, bem como plantas coletadas em quintais de áreas urbanas de Belém ou obtidas no mercado do Ver-o-Peso, e animais que morreram no parque Zoobotânico, tais como onça, peixe-boi, anta, tartaruga, gavião-real e preguiça-real.

Empréstimos

Hoje, além de complementar a pesquisa escolar, a coleção é usada por instituições como Exército Brasileiro, Batalhão de Policiamento Ambiental, Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Centro de Educação Tecnológica do Pará (Cefet-PA) e Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Elas fazem empréstimos para demonstrações em treinamento para identificação de animais peçonhentos, montagem de exposições, cursos, palestras etc.

Amostras também já foram utilizadas para compor cenários de peças teatrais. A capa do mais recente CD de Gaby Amarantos (Treme), por exemplo, é composta por exemplares da coleção, entre os quais a onça e a cobra sucuri que a cantora solicitou para compor o cenário.

No final do ano passado e em preparação para 2013, as instalações passaram por reforma, o que não interrompeu os atendimentos. O primeiro semestre será dedicado a ampliação, manutenção e reorganização do acervo, sendo que, para o segundo semestre, Filomena Secco organiza a Mostra Interativa, evento que levará itens da Coleção Didática às escolas. As escolas interessadas em receber o roteiro do evento já podem solicitar a visita.

Leia mais sobre a coleção e sobre as visitas orientadas ao Parque Zoobotânico.

Texto: Júlio Matos – Agência Museu Goeldi

MCTI, 06/02/2013

Terça, 05 Fevereiro 2013 00:00

Pesquisadores descobrem nova mosca amazônica

05-Fev-2013

Pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCTI) e das universidades federais do Rio Grande do Sul e do Pará encontram nova espécie de mosca na porção oriental da Amazônia. Os pesquisadores Marco Gottschalk, Marlúcia Martins, Hermes Medeiros e Catarina Praxedes descrevem a nova espécie no artigo "A new Amazonian species from the Drosophila annulimana species group", publicado na Revista Brasileira de Entomologia, em dezembro.

A espécie, denominada Drosophila caxiuana, foi encontrada na Floresta Nacional (Flona) de Caxiuanã e, por enquanto, só registrada no rio Cacuajó, nessa área. Atualmente são conhecidas 16 espécies desse grupo de drosofilídeos na Amazônia, mas os pesquisadores estimam que ainda existam variedades a descobrir.

Os espécimes estudados foram depositados na coleção cientifica do Museu Goeldi, que mantém uma estação científica na Flona de Caxiuanã.

A pesquisa teve o apoio do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio) Núcleo Amazônia Oriental, do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTI) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/ MCTI).

Leia mais.

Texto: Fernando Cabezas – Agência Museu Goeldi

MCTI, 05/02/2013

Com o objetivo de atender melhor as necessidades da comunidade, o Museu Goeldi criou o Núcleo de Visitas Orientadas (Nuvop), vinculado ao Serviço de Educação, da Coordenação de Museologia. O Nuvop irá acompanhar e orientar grupos que forem visitar o Parque Zoobotânico do Museu, além de serem responsáveis por cadastrar e autorizar as visitas em grupos.

O Nuvop atendeu, só em 2012, 24 mil alunos, de 507 instituições de ensino, e realizou 103 visitas orientadas. Quem está responsável pela coordenação é a pedagoga Helena Quadros que contará com a participação da educadora Ana Cláudia Silva.

Segundo Helena Quadros, a maior demanda de solicitações ao Nuvop é destinada às visitas guiadas. As visitas orientadas acontecem às terças e quintas-feiras.

Em fevereiro, iniciam os treinamentos para preparar monitores para o atendimento. A ministrante, Ana Cláudia Silva, informa que, entre os temas a serem abordados estão: o conceito de Museu; o Museu Emilio Goeldi; o perfil e o trabalho de um monitor; a Educação em Museus; Interpretação Ambiental e orientação de visitas no Parque Zoobotânico.

De acordo com Helena Quadros, "a instituição de ensino que desejar fazer visita ao Museu deve encaminhar um ofício para a coordenação do Nuvop, informando o dia da visita, endereço, contatos, horários, objetivos e faixa etária". O ofício deve ser encaminhado para o e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. , podendo ser entregue pessoalmente também na sala do Núcleo, localizada no ParqueZoobotânico. Após a entrega deste documento, é preenchida a Ficha de Autorização de Visita.

Funcionamento do Parque – O Parque Zoobotânico é aberto aos visitantes de terça a domingo, das 9 às 17 horas. Às segundas-feiras, o Parque é fechado à visitação pública para serviços de limpeza e manutenção.

(DOL, com informações do Agência Museu Goeldi)

DOL, 1/2/2013

Desenvolver, divulgar, sensibilizar, educar. Sob esses eixos trabalha o Serviço de Educação (SEC) do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCTI). Para atender aos visitantes do Parque Zoobotânico são realizadas ações educativas que demonstram a importância da preservação ambiental e cultural da Amazônia.

As atividades educativas realizadas no parque proporcionam entretenimento e informação sobre a fauna, a flora e os recursos naturais da região. Monitores são treinados para guiar grupos escolares em trilhas usando métodos diversos e roteiros direcionados a interesses específicos. As oficinas de arte e ciência são ministradas a professores e alunos que juntos utilizam instrumental artístico deixando o aprendizado mais agradável.

Ao longo do ano e em datas especiais como a Festa da Árvore, a Semana dos Povos Indígenas e o Dia das Crianças, são realizadas atividades com temas que relacionam meio ambiente e sociedade, sempre com proposta educativa.

Pesquisa na infância

O Clube do Pesquisador Mirim (CPM) é um projeto atuante há mais de 20 anos e busca estimular em crianças do ensino fundamental o interesse pela Ciência. Pesquisas são realizadas no Museu Goeldi, num primeiro contato com métodos e técnicas científicas.

Mais de 2 mil crianças já participaram do clube, que no ano passado ofereceu 120 vagas distribuídas em seis turmas. A cada turma é dado um tema sobre o qual são desenvolvidas análises teóricas e práticas, pesquisas bibliográficas e de campo, visitas técnicas e seminários. As atividades contribuem para o interesse pela ciência, permitindo a descoberta de vocações nas áreas científicas desenvolvidas no MPEG: zoologia, botânica, antropologia e geologia.

MCTI, 31/01/2013

O Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCTI) e o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) uniram forças para informatizar a coleção botânica do MPEG. Desde o dia 14, pesquisadores e bolsistas das duas instituições fotografam as exsicatas, amostras de vegetais desidratados, que compõem o Herbário João Murça Pires, do Museu Goeldi.

O intuito é disponibilizar as imagens na internet e cruzá-las com as informações de outras coleções de plantas existentes na Amazônia. O esforço de informatização é patrocinado pelo projeto Reflora, coordenado pelo pesquisador do Inpa Michael Hopkins.

Além de emprestar a mão de obra para a informatização, o Reflora cedeu o equipamento necessário para o registro fotográfico e deve financiar mais dois bolsistas para acelerar o trabalho, segundo a coordenadora da coleção botânica do MPEG e do projeto Reflora no Pará, Ely Simone Gurgel. Eles vão se somar à bolsista de apoio técnico responsável pela aquisição de imagens das exsicatas – registros de vegetais prensados e secos após a coleta pelos pesquisadores em campo. Por falta de mão de obra, o herbário do museu é o único da Amazônia que não está totalmente fotografado, observa Ely Simone.

"O projeto Reflora está patrocinando para que o Goeldi agilize a aquisição de imagens", diz a pesquisadora. A força-tarefa de informatização iniciada na semana passada reuniu pesquisadores e bolsistas do Acre, de Rondônia e de Roraima, além do Pará e do Amazonas, onde estão sediados o Museu Goeldi e o Inpa, respectivamente. Eles estão fotografando as amostras e as etiquetas das exsicatas para, posteriormente, corrigir possíveis erros e reunir as informações num banco de dados que vai facilitar a consulta pelos estudiosos e interessados em flora amazônica residentes noutros estados.

O curador do Herbário do Museu Goeldi, Ricardo Secco, relata os primórdios desse trabalho: "A informatização do acervo geral se iniciou sob patrocínio da Sudam [Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia] e da agência britânica Department dor International Development [DFID], em colaboração com a Embrapa Amazônia Oriental, através do software Brahms". Leia mais.

Texto: Antonio Fausto – Agência Museu Goeldi

MCTI, 28/01/2013

Com nova seção dedicada a debates, o novo número do Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi – Ciências Humanas está disponível na internet.

A editoria "Debate" se dedica a temas polêmicos e atuais. Em sua versão inaugural, especialistas respondem à pergunta: as hidrelétricas na Amazônia geram desenvolvimento para quem?

O jornalista Lúcio Flávio Pinto, editor do Jornal Pessoal, do Pará, a geógrafa Bertha Becker, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e o engenheiro Francisco Del Moral Hernandez, da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), discutem aspectos relacionados ao tema.

A publicação apresenta ainda o dossiê "Corpos, medidas e nação", organizado por Vanderlei Sebastião de Souza e Ricardo Ventura Santos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz/MS), que reuniram cinco artigos sobre a história da antropologia física no Brasil. Os autores destacam em seus trabalhos as conexões transnacionais, as adaptações locais e o fundo raciológico das discussões e práticas científicas de final do século XIX e início do XX.

Já a tradicional seção "Memória" publica dois textos: um sobre o Congresso Universal de Raças, realizado em Londres em 1911, com participação dos brasileiros João Baptista de Lacerda e Edgard Roquette-Pinto; e outro sobre um inédito relato do jesuíta português Jacinto de Carvalho (1677-1744), que viveu durante 13 anos entre índios na Amazônia. Esse relato é considerado a principal fonte etno-histórica para a região na primeira metade do século XVIII e teve trechos de interesse etnográfico vertidos à língua portuguesa.

Acesse o boletim.

MCTI, 25/01/2013

A prospecção de possibilidades de colaboração nas áreas de propriedade intelectual, transferência de tecnologia e gestão da inovação, especialmente em biotecnologia, é o objetivo de viagem de estudos aos Estados Unidos que será feita por um grupo de brasileiros, pesquisadores e gestores que compõem o a Rede de Núcleos de Inovação Tecnológica da Amazônia Oriental (Rede Namor).

A viagem se inicia na quarta-feira (23) e se estende até 2 de fevereiro. Do grupo, composto por representantes dos núcleos de inovação tecnológica (NITs) de toda a região, faz parte a pesquisadora Maria das Graças Ferraz, do Museu Paraense Emilio Goeldi (MPEG/MCTI). Ela coordena o Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia (Nitt) do museu e preside a Rede Namor.

Patrocinada pelo Departamento de Estado norte-americano, a viagem prevê visitas a instituições de pesquisa e ensino em Washington, Baltimore, Boston e Los Angeles. Segundo Graça Ferraz, a iniciativa pode auxiliar na formação de especialistas aptos a trabalhar na área, principalmente "porque a Amazônia é estratégica quando se trata de biodiversidade e biotecnologia".

Na opinião da coordenadora, essa oportunidade, que inclui ainda palestras e visitas a iniciativa privada nas costas Leste e Oeste dos EUA, demonstra a credibilidade do trabalho dos núcleos de inovação da Amazônia Oriental. "A atenção dispensada a todos nós pelos interlocutores da embaixada americana nos anima a acreditar em possibilidades de parceria em diversas áreas", diz.

Graça aponta os planos para o retorno: "À luz da experiência vivida, vamos refletir sobre as ações propostas e os encaminhamentos, e ampliar, redirecionar ou, se necessário, ajustar o foco dos NITs".

Leia mais.

Texto: Jimena Felipe Beltrão – Agência Museu Goeldi

MCTI, 22/01/2013

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